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Reconhecimento facial em condomínios como controle de acesso

A segurança dos moradores tem evoluído com o avanço da tecnologia. Hoje um dos recursos mais modernos disponíveis é o reconhecimento facial em condomínios. 

Essa tecnologia proporciona mais segurança e comodidade à coletividade, eliminando a necessidade de contato com superfícies tocadas por outras pessoas. Seja por meio de teclados ou leitores biométricos de impressão digital.

No entanto, além dos benefícios, é essencial considerar questões como manutenção, privacidade e investimentos necessários. 

Neste artigo, vamos explicar como essa tecnologia funciona, os impactos para os moradores e os cuidados que o condomínio deve ter.

Como funciona o reconhecimento facial em condomínios?

O reconhecimento facial em condomínios é um sistema de identificação biométrica que usa algoritmos de inteligência artificial para mapear os traços do rosto de uma pessoa e compará-los a uma base de dados previamente cadastrada.

Ele substitui métodos tradicionais, como chaves, cartões de acesso e biometria por impressão digital. Veja como funciona:

  1. O morador tem seu rosto cadastrado no sistema do condomínio.
  2. Ao se aproximar do acesso, uma câmera captura a imagem do rosto e a compara com o banco de dados;
  3. Se houver correspondência, a porta ou portão é liberado automaticamente. Caso contrário, o acesso é negado;
  4. Todos os acessos são armazenados no sistema, permitindo o monitoramento em tempo real e auditoria posterior.

Essa tecnologia pode ser aplicada em portarias, elevadores e áreas restritas do condomínio, garantindo um controle de entrada mais seguro e eficiente.

Vantagens do controle de acesso em condomínios por reconhecimento facial

A adoção do reconhecimento facial em condomínios traz diversas vantagens para a administração e moradores. Acompanhe: 

Agilidade e praticidade

O reconhecimento facial permite entrada rápida e automatizada, evitando filas e reduzindo a necessidade de intervenção de porteiros ou funcionários.

Integração com outros sistemas de segurança

A tecnologia pode ser integrada às câmeras de monitoramento, alarmes e sistemas de controle remoto, tornando a segurança mais eficiente.

Segurança reforçada

Diferente de chaves e cartões de acesso, que podem ser roubados ou perdidos, o reconhecimento facial identifica apenas pessoas autorizadas, dificultando invasões.

Menos contato físico

Desde a pandemia, a preocupação com higiene se intensificou. Como não há necessidade de tocar em superfícies, esse método é mais seguro contra a transmissão de doenças.

Registro e auditoria de acessos

O sistema armazena os acessos realizados, permitindo que o síndico ou a administradora monitorem entradas e saídas, aumentando a transparência na gestão condominial.

Cuidados com o sistema de reconhecimento facial

Para garantir o funcionamento adequado do reconhecimento facial em condomínios, alguns cuidados são essenciais:

  • Verificação do funcionamento das câmeras: sensores sujos ou danificados podem comprometer a precisão da leitura.
  • Proteção contra falhas e invasões: o condomínio deve contar com suporte técnico e medidas de segurança digital para evitar acessos não autorizados.
  • Atualização constante da base de dados: moradores que se mudam devem ser removidos do sistema, assim como novos residentes precisam ser cadastrados.

LGPD e uso de dados pessoais no condomínio

Apesar das vantagens, o reconhecimento facial em condomínios envolve a coleta e o armazenamento de dados biométricos, o que exige conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Algumas medidas cruciais:

  • Proteção dos dados armazenados: os dados biométricos são considerados sensíveis pela LGPD e devem ser armazenados com criptografia e protocolos de segurança para evitar vazamentos;
  • Transparência na gestão do sistema: o condomínio precisa ter uma política clara sobre o uso das imagens, incluindo prazo de retenção e critérios para compartilhamento das informações;
  • Consentimento dos moradores: princípio básico da LGPD. O condomínio precisa obter o consentimento formal dos moradores para coletar e armazenar suas imagens. Além disso, deve oferecer alternativas para quem não deseja utilizar o reconhecimento facial.

A não conformidade com a LGPD pode resultar em multas pesadas e processos judiciais, tornando essencial o suporte jurídico e tecnológico na implementação do sistema.

Por fim, além de todos esses cuidados, moradores e síndico precisam se atentar aos custos de implementação do sistema.

Investimentos necessários

O custo da implementação do reconhecimento facial em condomínios varia conforme o tamanho da edificação e as funcionalidades desejadas. Os principais investimentos incluem:

Infraestrutura de TI

Servidores e redes seguras para armazenar e processar as imagens.

Aquisição das câmeras e sensores

Equipamentos de alta precisão são fundamentais para garantir eficiência.

Software de reconhecimento

Soluções mais avançadas podem ter custos mais elevados, mas oferecem maior segurança;

Manutenção e suporte técnico

Fundamental para garantir o bom funcionamento a longo prazo, além de necessário para treinar síndicos e funcionários.

Apesar do investimento inicial, os benefícios a longo prazo, como redução de custos com chaves, cartões de acesso e funcionários de portaria, tornam essa tecnologia uma opção viável para muitos condomínios

via tudocondo.com.br

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